Você sabia que o risco de trombose em mulheres é maior? Esse problema acontece porque os problemas genéticos causadores da doença são mais comuns em pacientes femininas.
Além disso, os hormônios acabam contribuindo para o desenvolvimento de dificuldades com a coagulação do sangue. Mas a verdade é que esse não é o único fator de risco.
Neste artigo, falaremos mais sobre esse assunto, mostrando quais são as causas do surgimento dessa condição, como prevenir e o tratamento adequado. Para saber mais, continue a leitura!
A trombose é conhecida por se originar graças à formação de coágulos sanguíneos em um vaso. Isso provoca um bloqueio no fluxo, podendo ser parcial ou total.
Em muitos casos, a condição não apresenta sintomas, mas alguns pacientes podem relatar inchaço, dor, mudança na cor da pele, sensibilidade no local, entre outros.
É importante que a confirmação do diagnóstico seja realizada por uma análise médica completa. Afinal, o ideal é iniciar o tratamento quanto antes, além de mudar hábitos de vida, como a alimentação, por exemplo. O objetivo é diminuir a possibilidade de maiores complicações ou recorrência das crises.
O risco de trombose em mulheres é maior na faixa dos 20 aos 45 anos, principalmente por ser o período em que a gestação costuma ocorrer. Além disso, muitas utilizam anticoncepcionais orais, o que torna ainda maiores as chances do desenvolvimento deste problema.
Como citamos anteriormente, as mulheres costumam apresentar mais chances de trombose a partir dos 20 anos, seguindo assim até os 45. Isso acontece por conta de fases como a gestação e o puerpério.
É importante destacar que ainda existem as condições genéticas que podem favorecer o surgimento da trombose. Além disso, o histórico da paciente pode fazer toda a diferença na hora de diagnosticar a doença, já que as doenças inflamatórias, obesidade e o tabagismo são considerados fatores de risco.
O risco de trombose nas mulheres se dá por uma série de fatores, tais como:
Os hormônios contribuem consideravelmente com o aumento do risco de trombose nas mulheres, principalmente o estrogênio. Os anticoncepcionais hormonais elevam esse problema, pois há um aumento na coagulação sanguínea.
É importante destacar que o risco é ainda maior em mulheres que possuem outros fatores de risco, como obesidade, tabagismo, histórico familiar, entre outros.
Além disso, tratamentos hormonais usados no período da menopausa também podem influenciar o surgimento de coágulos. Por isso, é imprescindível que pacientes que utilizam estes medicamentos consultem seu médico de confiança. A ideia é avaliar as chances de desenvolvimento de trombose.
O diagnóstico precoce é sempre a melhor forma de conseguir o tratamento adequado para qualquer doença. No caso da trombose, muitas pacientes podem ser assintomáticas, mas em outras situações há sinais que indicam a presença da doença.
Os sintomas costumam surgir quando a condição já está mais avançada, causando dores no membro afetado, sendo a perna normalmente. Além disso, pode haver inchaço na região, calor local, vermelhidão na pele, veias mais aparentes e endurecimento da perna.
Para que o diagnóstico seja feito da maneira correta, o médico precisa fazer uma análise clínica e solicitar alguns exames para comprovação. O mais comum é o pedido de exames laboratoriais e de imagem, como ultrassom vascular Doppler, angioressonância e angiotomografia.
Para diminuir o risco de trombose em mulheres, o mais importante é combinar uma série de mudanças no estilo de vida. Isso deve ser feito com a ajuda do médico, mas veja algumas dicas:
Um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da trombose é o sedentarismo. Por essa razão, se movimentar de forma regular pode fazer toda a diferença, principalmente quando a paciente passa por longos períodos na mesma posição.
O ideal é realizar atividades como caminhada, natação e demais exercícios com baixo impacto.
A obesidade e o tabagismo são dois vilões relacionados à trombose. Assim, procure manter um peso saudável e faça o possível para abandonar o cigarro. Mudar esses hábitos pode fazer toda diferença, contribuindo para a diminuição nas chances de desenvolver coágulos.
Os anticoncepcionais hormonais podem ser comprados sem prescrição médica. Com isso, algumas mulheres iniciam a medicação sem a indicação adequada.
Esses medicamentos, principalmente os que contêm estrogênio, podem aumentar o risco de trombose nas mulheres. Isso fica ainda mais evidente naquelas que têm algum dos fatores de risco. Assim, o ideal é conversar com o médico sobre alternativas ou métodos contraceptivos de menor risco.
Como vimos anteriormente, a gestação é um fator de risco e aumenta o risco de trombose devido às mudanças hormonais do corpo. Além disso, a pressão do útero sobre as veias também pode contribuir para esse problema.
As mulheres devem estar cientes dos sinais de alerta, como inchaço anormal nas pernas ou dor persistente, e buscar acompanhamento médico regular.
Para mulheres que passam muito tempo sentadas ou em repouso prolongado, como em viagens de avião ou durante a recuperação de cirurgias, o uso de meias de compressão pode ajudar a melhorar a circulação e prevenir coágulos.
Diversos fatores podem contribuir para o desenvolvimento de trombose nas mulheres. Por isso, é muito importante se atentar aos sinais e fazer acompanhamento médico regular.
A prevenção desta doença passa por mudanças no estilo de vida, como melhor alimentação, exercícios regulares e abandono de hábitos como o fumo e o álcool. Ao menor dos sinais, procure seu médico e siga suas orientações.