A síndrome de Down é uma condição genética causada pela presença de três cromossomos 21 nas células dos indivíduos, em vez de dois.
Ela também é conhecida como Trissomia do cromossomo.
Embora uma pessoa com síndrome de Down enfrente certos desafios, ela é um indivíduo único com suas próprias forças, personalidades e habilidades.
Algumas características físicas comuns da síndrome de Down são:
As crianças com essa condição podem apresentar atrasos em alcançar no desenvolvimento, como engatinhar, andar e falar.
Importante considerar que o desenvolvimento intelectual também é afetado por essa condição.
Entender sobre essa condição médica é essencial, é o que veremos a seguir.
A síndrome de Down pode afetar qualquer pessoa.
É uma condição genética e pode acontecer de forma aleatória (esporádica).
As pessoas geralmente não herdam a síndrome de Down em um padrão autossômico dominante ou recessivo durante a concepção, quando o óvulo e o espermatozoide se encontram.
Alguns estudos sugerem que o risco de dar à luz uma criança com essa condição médica aumenta à medida que os pais envelhecem.
As mulheres com 35 anos ou mais, têm maior probabilidade de ter um filho diagnosticado com síndrome de Down ou outro tipo de condição genética.
Existem três tipos:
A trissomia 21 é o tipo mais comum e aproximadamente 95% das pessoas que vivem com a síndrome de Down nascem com ela.
Essa síndrome representa 3% das pessoas com síndrome de Down.
Ela ocorre com uma parte ou um cromossomo 21 extra ligado, ou “translocado” para um cromossomo diferente.
A síndrome de Down mosaico representa aproximadamente 2% das pessoas com a doença.
O Mosaico significa mistura ou combinação.
Para pessoas com síndrome de Down em mosaico, algumas de suas células têm 3 cópias do cromossomo 21, mas outras células têm duas cópias do cromossomo 21.
As pessoas com síndrome de Down podem ter outras condições médicas que se desenvolvem ao longo do tempo.
São elas:
Infelizmente muitos equívocos sobre a pessoa com Down podem levar a discriminação.
Isso porque algumas pessoas acreditam que portadores dessa condição são incapazes de aprender ou viver de forma independente.
O que não corresponde com a realidade, pois podem ter uma vida independente.
Atualmente houve um avanço da inclusão de pessoas com essa condição médica, no entanto, ainda não é suficiente.
A realidade é bem dura já que não há estrutura de apoio para agregar os portadores dessa síndrome
Muitas escolas têm adotado medidas para atender às necessidades educacionais especiais dessas pessoas, como a adaptação do ambiente de ensino e a contratação de professores especializados.
Infelizmente falta essa estrutura na rede pública de ensino
Por outra lado, no mercado de trabalho, a Lei de cotas ajudam no aumento de contratações.
Muitas organizações implementaram políticas de inclusão com a contratação dessas pessoas para diversas funções, como atendimento ao cliente, e serviços administrativos.
Há organizações que apesar da política de inclusão, não existe treinamento e conscientização por parte dos funcionários no apoio a essa iniciativa.
A verdade que muitos não acreditam na contribuição dos portadores da síndrome à sociedade.
A Lei Brasileira de Inclusão (LBI) assegura que pessoas com síndromes tenham garantido o direito à educação.
Apesar da garantia, a escola de ensino regular não está preparada para receber o aluno portador de síndrome de Down.
A escola precisa valorizar as habilidades e potencialidades dos alunos com Down.
Além disso, oferecer também uma grade curricular para atender as necessidades desses alunos faz diferença para o desenvolvimento do indivíduo.
Segundo especialistas, a inserção das pessoas com essa condição no ambiente de trabalho auxilia no desenvolvimento de relacionamento, bem como ajuda nas habilidades cognitivas, e a enfrentarem situações diversas.
Para a inclusão no mercado de trabalho recomenda-se:
Para a inclusão é importante conhecer melhor a pessoa portadora, pois saber das necessidades e desafios enfrentados facilita a interação e sobretudo a comunicação.
Relatar as atividades do dia-a-dia é um ponto de partida para conhecer melhor, isso também ajuda a pessoa com a síndrome associar palavras e ideias com experiências.
Ser alegre e acessível com a interação ajudará a pessoa sentir encorajada a interagir mais.
E mais, ser um bom ouvinte auxilia a incentivar uma boa comunicação.
Ademais, ouvir ativamente irá encorajar a pessoa ter confiança dentro de si.
Todos esses pontos facilitam a interação e a inclusão das pessoas com síndrome de Down na sociedade.
Basta que cada um combate o chamado vieses inconscientes, que são estereótipos aplicados a um grupo social.
Em síntese, a síndrome de Down é condição genética que pode afetar qualquer pessoa.
A pessoa portadora dessa condição enfrenta desafios enormes desde a infância, quando na escola, até a vida adulta.
Muitas vezes a escola pública não está preparada para receber, pois não há uma grade curricular adaptada as necessidades dessas pessoas, bem como não há profissionais especializados.
Já no mercado de trabalho, apesar das organizações terem se mobilizado para aprovar políticas de inclusão, muitas ainda não estão preparadas para receber esses profissionais, pois não tem um plano de cargos e nem acessibilidade.
Os desafios são grandes na inclusão social das pessoas com a síndrome, mas cada um deve fazer sua parte, em primeiro lugar entender essa condição genética, respeitar e orientar.
Ter um boa comunicação e ser um bom ouvinte também são passos iniciais para inclusão.
A diferença pode ser física, mas os sentimentos são iguais.
Por isso, incluir é fundamental para a evolução da sociedade.

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